Estão a decorrer a bom ritmo as obras que estão a ser levadas a cabo na Estrada Nacional 1/Itinerário Complementar 2 (EN1/IC2), em Albergaria-a-Velha. Esta é uma conquista do edil João Agostinho.
As obras das passagens desniveladas, rotundas e alargamentos que estão a ser realizadas na Estrada Nacional 1/ Itinerário Complementar 2 (EN1/IC2) estão a decorrer em bom ritmo. O Litoral Centro deslocou-se a Albergaria-a-Velha, a um dos locais junto do acesso ao Santuário de Nossa Senhora do Socorro (passagem desnivelada) e com a objectiva teve a oportunidade de fazer alguns registos. No local constatou-se que deverá estar em fase inicial uma ponte sobre a via férrea, por onde irá passar um estradão, que dará uma ligação a outra zona da urbe.
Já se verifica alguma visibilidade, através do “esboço” que se encontra no local e que certamente irá aumentar o número das faixas de rodagem e, consequentemente, uma melhor fluidez de trânsito em horas de ponta, mas também melhorando consideravelmente os acessos ao Santuário e ao Parque de Lazer de Nossa Senhora do Socorro.
População satisfeita
Ao procurar saber a opinião dos munícipes acerca destas obras, foi possível observar que alguns deles manifestaram a sua satisfação pela obra, mas também se ouviram ou-tros mais cépticos, ao dizer que “nada disto era preciso” e que “as rotundas são um exagero e que “gastar dinheiros públicos desta forma é um desperdício em tempos de crise”.
Seja como for, pese embora as diferenças de opinião, Albergaria-a-Velha fica com outras perspectivas de expansão de que não tinha até ao momento com a abertura de novas estradas municipais que poderão estimular a sua expressão urbana.
Como é obvio as expropriações deixam sempre mossa, porque os proprietários nem sempre aceitam de bom grado a “invasão” das suas propriedades.
Quem deverá estar satisfeito é o edil João Agostinho Pinto Pereira, que negociou com as Estradas de Portugal este projecto e investimento que na altura considerou de capital importância para o desenvolvimento de Albergaria. Com o último mandato a decorrer, esta será uma das suas últimas conquistas perante um poder central que nem sempre cede com facilidade nestas coisas.
A obra insere-se numa política de melhoria das acessibilidades há muito preconizada pelos autarcas.
Alirío Silva / Litoral Centro, 11/06/2010
Obras na EN1/IC2 já têm relativa visibilidade
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