ALB Sinal de Comércio Vivo
Investimento Total Aprovado: 199,825.61
Custo Total elegível Aprovado: 99,500.00
Fundo Comunitário aprovado: 64,675.00
ALBA Vida+
Investimento Total Aprovado: 166,376.40
Custo Total elegível Aprovado: 129,736.40
Fundo Comunitário aprovado: 90,815.48
Beneficiário/Promotor: PRAVE
Lista de projectos aprovados Eixo 1 - QREN - 30/11/2011
EIXO 1 - Competitividade, Inovação e Conhecimento
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Natal nas ruas de Albergaria-a-Velha
Com o início da quadra natalícia, o Centro da Vila ganha logo outra animação. Esta semana, a “Casinha do Pai Natal” instalou-se na Alameda 5 de Outubro e, até ao dia 3 de Janeiro, promete muitas surpresas aos mais novos. Para além da realização da Hora do Conto, no meio do pinheiro iluminado e das prendas, têm lugar vários ateliers, tais como a redacção da carta ao Pai Natal ou a criação de postais bem coloridos.
Animadoras, vestidas como se tivessem vindo directamente das oficinas do Pólo Norte, também prometem encantar todos com modelagem de balões, pinturas faciais e a oferta de brindes, bombons e o típico barrete vermelho de Pai Natal. No entanto, a Animação de Natal, uma organização conjunta da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, PRAVE e SEMA, não se ficará somente pela Alameda e, em certos dias, os munícipes podem contar com actividades nas principais zonas comerciais da Vila.
Este ano as ruas vão, igualmente, brilhar com um toque especial. A Câmara Municipal investiu cerca de 20.000 euros em iluminação de Natal que, a partir de 11 de Dezembro, vai embelezar algumas das artérias da Vila, com especial incidência para as zonas de estabelecimentos comerciais.

Notas: Não seria preferivel investir o dinheiro em iniciativas que não coincidissem com o período em que os concelhos vizinhos também tem iniciativas semelhantes e quando as grandes superficies apostam muito na captação dos consumidores.
Animadoras, vestidas como se tivessem vindo directamente das oficinas do Pólo Norte, também prometem encantar todos com modelagem de balões, pinturas faciais e a oferta de brindes, bombons e o típico barrete vermelho de Pai Natal. No entanto, a Animação de Natal, uma organização conjunta da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, PRAVE e SEMA, não se ficará somente pela Alameda e, em certos dias, os munícipes podem contar com actividades nas principais zonas comerciais da Vila.
Este ano as ruas vão, igualmente, brilhar com um toque especial. A Câmara Municipal investiu cerca de 20.000 euros em iluminação de Natal que, a partir de 11 de Dezembro, vai embelezar algumas das artérias da Vila, com especial incidência para as zonas de estabelecimentos comerciais.
A animação de Rua e os vários Concertos de Natal conferem uma alegria e dinâmica própria desta época festiva.
fonte: CMA
Ordem do dia da reunião ordinária da Câmara Municipal de 09.12.2009 - n.º 27/2009

Notas: Não seria preferivel investir o dinheiro em iniciativas que não coincidissem com o período em que os concelhos vizinhos também tem iniciativas semelhantes e quando as grandes superficies apostam muito na captação dos consumidores.
domingo, 10 de maio de 2009
Manuel Pinho entrega apoios ao pequeno comércio
23,7 milhões de euros de investimento público é a totalidade dos incentivos que o Ministério da Economia e Inovação preconiza no âmbito da terceira fase do Programa de Modernização do Comércio – MODCOM, cujos contratos foram, anteontem, assinados em Aveiro. Em termos globais, esta terceira fase envolveu 827 projectos, respeitantes a 50 empresas e associações empresariais, e comporta um investimento total de 68 milhões de euros.
Esta capacidade de investimento foi, de resto, realçada pelo governante, que, contudo, apela a uma rapidez na concretização dos investimentos, por considerar que tal terá efeitos positivos na economia.
Consciente de que o país não está a “viver um momento fácil”, Manuel Pinho frisou a importância de “não baixar os braços”, defendendo que o governo está a “lutar contra o fecho de empresas, o desemprego e o pessimismo” e que os comerciantes são “companheiros da mesma luta” para fazer face “a esta crise”.
Os apoios do MODCOM são, quanto a Manuel Pinho, um bom exemplo das medidas para fazer face à crise e que este tipo de programas, a par do PME Investe, representam “uma grande mudança em relação ao passado”. Pinho frisou que já “mais de 20 mil micro e pequenas empresas utilizaram as linhas PME Investe”, revelando que se trata de um instrumento de apoio que urgia por contemplar empresas com menos de 50 trabalhadores.
Mais, o sector do comércio tem estado na linha da frente na procura de apoio para a sua modernização, sendo exemplo disso mesmo o facto de terem sido aprovadas 10.269 candidaturas às PME Investe, representando um investimento de 791,7 milhões de euros.
Refira-se que nas três fases do MODCOM já foram contemplados 2619 projectos, representando um investimento de 194 milhões de euros, dos quais 64 milhões de euros são públicos. Dentro de dias, avançou Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, está o anúncio dos resultados da quarta fase daquele instrumento de apoio à modernização do comércio, investimentos que espera que “sejam terminados este ano”, devido ao impacto que terá na economia e no emprego.
O sector do comércio tem estado na linha da frente na procura de apoio para a sua modernização
Empresas beneficiadas no âmbito do Modcom
Prave – Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha 53.640,00
SEMA – Associação Empresarial 51.280,00
SEMA – Associação Empresarial 51.280,00
Bazar Carlos Lopes e Filhos, Lda (Albergaria-a-Velha) 29.735,30
Catarina Maria Martins Oliveira (Albergaria-a-Velha) 30.746,50
(...)
DA Aveiro - sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Esta capacidade de investimento foi, de resto, realçada pelo governante, que, contudo, apela a uma rapidez na concretização dos investimentos, por considerar que tal terá efeitos positivos na economia.
Consciente de que o país não está a “viver um momento fácil”, Manuel Pinho frisou a importância de “não baixar os braços”, defendendo que o governo está a “lutar contra o fecho de empresas, o desemprego e o pessimismo” e que os comerciantes são “companheiros da mesma luta” para fazer face “a esta crise”.
Os apoios do MODCOM são, quanto a Manuel Pinho, um bom exemplo das medidas para fazer face à crise e que este tipo de programas, a par do PME Investe, representam “uma grande mudança em relação ao passado”. Pinho frisou que já “mais de 20 mil micro e pequenas empresas utilizaram as linhas PME Investe”, revelando que se trata de um instrumento de apoio que urgia por contemplar empresas com menos de 50 trabalhadores.
Mais, o sector do comércio tem estado na linha da frente na procura de apoio para a sua modernização, sendo exemplo disso mesmo o facto de terem sido aprovadas 10.269 candidaturas às PME Investe, representando um investimento de 791,7 milhões de euros.
Refira-se que nas três fases do MODCOM já foram contemplados 2619 projectos, representando um investimento de 194 milhões de euros, dos quais 64 milhões de euros são públicos. Dentro de dias, avançou Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, está o anúncio dos resultados da quarta fase daquele instrumento de apoio à modernização do comércio, investimentos que espera que “sejam terminados este ano”, devido ao impacto que terá na economia e no emprego.
O sector do comércio tem estado na linha da frente na procura de apoio para a sua modernização
Empresas beneficiadas no âmbito do Modcom
Prave – Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha 53.640,00
SEMA – Associação Empresarial 51.280,00
SEMA – Associação Empresarial 51.280,00
Bazar Carlos Lopes e Filhos, Lda (Albergaria-a-Velha) 29.735,30
Catarina Maria Martins Oliveira (Albergaria-a-Velha) 30.746,50
(...)
DA Aveiro - sexta-feira, 8 de Maio de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Estagnação do pequeno comércio em 2008
SEMA - Em 2008 apenas 12 de 1940 estabelecimentos aderiram ao Modcom
Pequeno comércio estagnado e com menor volume de negócios
O pequeno comércio estagnou em 2008. Num universo de 1940 associados da Associação Empresarial de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha (SEMA), no ano passado apenas 12 estabelecimentos aderiram ao programa Modcom, de incentivo à modernização e revitalização comercial.
Trata-se de uma descida dramática se se considerar o que acontecia no passado. Noutros programas, há dez anos atrás, revela o presidente da SEMA Pedro Marques, e num universo de apenas 800 associados, houve 100 candidaturas.
"Isto significa que estão sem perspectivas de futuro e não acreditam. Não têm a coragem de investir a sua quota parte mesmo com a ajuda do subsídio. Isso é muito sintomático", comenta o presidente.
Mesmo tendo encerrado poucos estabelecimentos isso não significa que tenha havido uma inflexão ascendente. Segundo a SEMA, não houve uma dinâmica de aumento dos espaços nem tão pouco de abertura de novos espaços. Verificaram-se, em vez disso, muitas "transferências na tentativa de sobrevivência". A SEMA integra as equipas camarárias encarregadas de fazer vistorias e em 2008 não foram feitas "praticamente nenhumas vistorias para abrir novos estabelecimentos".
Em termos de volumes de negócios, o ano passado não foi mais risonho. "A quase totalidade dos comerciantes tiveram baixas de volume de negócios. Mesmo aqueles bem localizados ou de sectores mais ou menos defendidos tiveram quebras acentuadas. Praticamente todos os comerciantes tiveram baixas da ordem dos 20 e 30 por cento", enquadra o responsável.
Essa descida reflectiu-se "na antecipação de saldos, na quebra da procura, no próprio poder de compra e instabilidade que os consumidores tiveram e na insegurança relativamente ao futuro".
Crises são travão
A juntar à crise financeira vivida à escala global, os pequenos comerciantes enfrentam uma crise "estrutural" que preocupa ainda mais a SEMA. Uma crise motivada pelo "acelerar da liberalização das grandes superfícies" e "reforço dos regulamentos e taxas" por parte do Governo.
Exemplo destas novas taxas é o pagamento "perfeitamente surrealista" de "direitos do artista" além dos direitos de autor. "Há muitas músicas de autores que já morreram e que são neste momento cantadas tocadas ou interpretadas por outros artistas. Esses artistas não recebiam verbas nenhumas porque não eram os autores e então criou-se essa nova taxa". Um pequeno café com 40 ou 50 metros quadrados, por exemplo, "paga mais 400 euros por ano". A SEMA está a contestar esses pagamentos.
O Aveiro, 9 de Janeiro de 2009
Pequeno comércio estagnado e com menor volume de negócios
O pequeno comércio estagnou em 2008. Num universo de 1940 associados da Associação Empresarial de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha (SEMA), no ano passado apenas 12 estabelecimentos aderiram ao programa Modcom, de incentivo à modernização e revitalização comercial.
Trata-se de uma descida dramática se se considerar o que acontecia no passado. Noutros programas, há dez anos atrás, revela o presidente da SEMA Pedro Marques, e num universo de apenas 800 associados, houve 100 candidaturas.
"Isto significa que estão sem perspectivas de futuro e não acreditam. Não têm a coragem de investir a sua quota parte mesmo com a ajuda do subsídio. Isso é muito sintomático", comenta o presidente.
Mesmo tendo encerrado poucos estabelecimentos isso não significa que tenha havido uma inflexão ascendente. Segundo a SEMA, não houve uma dinâmica de aumento dos espaços nem tão pouco de abertura de novos espaços. Verificaram-se, em vez disso, muitas "transferências na tentativa de sobrevivência". A SEMA integra as equipas camarárias encarregadas de fazer vistorias e em 2008 não foram feitas "praticamente nenhumas vistorias para abrir novos estabelecimentos".
Em termos de volumes de negócios, o ano passado não foi mais risonho. "A quase totalidade dos comerciantes tiveram baixas de volume de negócios. Mesmo aqueles bem localizados ou de sectores mais ou menos defendidos tiveram quebras acentuadas. Praticamente todos os comerciantes tiveram baixas da ordem dos 20 e 30 por cento", enquadra o responsável.
Essa descida reflectiu-se "na antecipação de saldos, na quebra da procura, no próprio poder de compra e instabilidade que os consumidores tiveram e na insegurança relativamente ao futuro".
Crises são travão
A juntar à crise financeira vivida à escala global, os pequenos comerciantes enfrentam uma crise "estrutural" que preocupa ainda mais a SEMA. Uma crise motivada pelo "acelerar da liberalização das grandes superfícies" e "reforço dos regulamentos e taxas" por parte do Governo.
Exemplo destas novas taxas é o pagamento "perfeitamente surrealista" de "direitos do artista" além dos direitos de autor. "Há muitas músicas de autores que já morreram e que são neste momento cantadas tocadas ou interpretadas por outros artistas. Esses artistas não recebiam verbas nenhumas porque não eram os autores e então criou-se essa nova taxa". Um pequeno café com 40 ou 50 metros quadrados, por exemplo, "paga mais 400 euros por ano". A SEMA está a contestar esses pagamentos.
O Aveiro, 9 de Janeiro de 2009
domingo, 22 de junho de 2008
Modernizar e promover o centro urbano é a aposta da PRAVE
Modernizar, revitalizar e promover o centro urbano é a aposta da Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha (PRAVE), cuja gestora é Maribel Marques.
A associação está inserida na Unidade de Acompanhamento e Coordenação (UAC) e tem como objectivo completar o que tem sido desenvolvido a nível do comércio e empresas do concelho abrangidas pelo projecto.
A Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha surgiu através da UAC que tem como objectivo realizar acções no concelho de forma a fidelizar habitantes e a trazer visitantes a Albergaria. A UAC onde está inserida a PRAVE está a ser desenvolvida pela Associação Empresarial dos Concelhos de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a- Velha (SEMA) e pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.
Fidelizar habitantes e trazer visitantes a Albergaria é o objectivo da UAC. Isso vai ser possível através da criação de uma imagem única no comércio tradicional que permite desenvolver a ideia de "Centro Comercial Natural". Dessa forma, foi constituída a PRAVE com o objectivo de criar acções que possam completar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela UAC a nível da modernização, revitalização e promoção do centro urbano. As várias acções promovidas pela PRAVE vão ser desenvolvidas junto dos agentes envolvidos no Urbcom (Sistema de Incentivos a Projectos de Urbanismo Comercial) de Albergaria. A PRAVE tem como finalidade aumentar o leque de atracções da região e na Vila, criando uma imagem institucional consistente através da revitalização de todo o tecido urbano, da promoção dos recursos naturais e culturais existentes, de uma dinâmica de animação contínua e de actividades de entretenimento associadas à actividade comercial e cultural. O projecto é um desafio a todos os agentes envolvidos; Melhorar o comércio tradicional para conseguir concorrer com as grandes superfícies depende da colaboração de todos os agentes envolvidos no projecto.
O comércio local não consegue muitas vezes competir com as grandes superfícies. Este programa tem como objectivo concorrer e garantir a sobrevivência do comércio tradicional. Em conjunto temos que dar uma nova imagem ao comércio, mas esse trabalho só é possível com a participação activa dos comerciantes. A PRAVE tem como objectivo apoiar e aconselhar os comerciantes para que sejam mais competitivos e consigam sobreviver às grandes superfícies.
Para isso vão ser desenvolvidas várias acções. Os comerciantes locais têm que colaborar. Podem sugerir acções e ajudar a desenvolvê-las.
(Entrevista completa na edição da 1.ª quinzena de Setembro de 2007 do Beira Vouga)
Jornal Beira Vouga, Sandra Carvalho, 31-Ago-2007
As Unidades de Acompanhamento e Coordenação – UAC – visam essencialmente o acompanhamento e gestão das áreas de intervenção dos projectos de Urbanismo Comercial, com vista à melhoria da competitividade dos centros urbanos e à dinamização do comércio e serviços ali localizados. Deste modo foram já criadas:- AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga- PRAVE - Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha- DESTAC - Associação para o Desenvolvimento do Centro Urbano de EstarrejaEstas Associações, por força da legislação, têm obrigatoriamente como fundadores as Câmaras Municipais e a SEMA - Associação Empresarial dos concelhos de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha. Estão a decorrer as actividades promovidas pelas UAC’s, as quais terão o seu fim em 30/06/2008, podendo continuar se para tanto demonstrarem capacidade e sustentabilidade.
A associação está inserida na Unidade de Acompanhamento e Coordenação (UAC) e tem como objectivo completar o que tem sido desenvolvido a nível do comércio e empresas do concelho abrangidas pelo projecto.
A Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha surgiu através da UAC que tem como objectivo realizar acções no concelho de forma a fidelizar habitantes e a trazer visitantes a Albergaria. A UAC onde está inserida a PRAVE está a ser desenvolvida pela Associação Empresarial dos Concelhos de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a- Velha (SEMA) e pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha.
Fidelizar habitantes e trazer visitantes a Albergaria é o objectivo da UAC. Isso vai ser possível através da criação de uma imagem única no comércio tradicional que permite desenvolver a ideia de "Centro Comercial Natural". Dessa forma, foi constituída a PRAVE com o objectivo de criar acções que possam completar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela UAC a nível da modernização, revitalização e promoção do centro urbano. As várias acções promovidas pela PRAVE vão ser desenvolvidas junto dos agentes envolvidos no Urbcom (Sistema de Incentivos a Projectos de Urbanismo Comercial) de Albergaria. A PRAVE tem como finalidade aumentar o leque de atracções da região e na Vila, criando uma imagem institucional consistente através da revitalização de todo o tecido urbano, da promoção dos recursos naturais e culturais existentes, de uma dinâmica de animação contínua e de actividades de entretenimento associadas à actividade comercial e cultural. O projecto é um desafio a todos os agentes envolvidos; Melhorar o comércio tradicional para conseguir concorrer com as grandes superfícies depende da colaboração de todos os agentes envolvidos no projecto.
O comércio local não consegue muitas vezes competir com as grandes superfícies. Este programa tem como objectivo concorrer e garantir a sobrevivência do comércio tradicional. Em conjunto temos que dar uma nova imagem ao comércio, mas esse trabalho só é possível com a participação activa dos comerciantes. A PRAVE tem como objectivo apoiar e aconselhar os comerciantes para que sejam mais competitivos e consigam sobreviver às grandes superfícies.
Para isso vão ser desenvolvidas várias acções. Os comerciantes locais têm que colaborar. Podem sugerir acções e ajudar a desenvolvê-las.
(Entrevista completa na edição da 1.ª quinzena de Setembro de 2007 do Beira Vouga)
Jornal Beira Vouga, Sandra Carvalho, 31-Ago-2007
As Unidades de Acompanhamento e Coordenação – UAC – visam essencialmente o acompanhamento e gestão das áreas de intervenção dos projectos de Urbanismo Comercial, com vista à melhoria da competitividade dos centros urbanos e à dinamização do comércio e serviços ali localizados. Deste modo foram já criadas:- AGIM - Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga- PRAVE - Associação de Promoção de Albergaria-a-Velha- DESTAC - Associação para o Desenvolvimento do Centro Urbano de EstarrejaEstas Associações, por força da legislação, têm obrigatoriamente como fundadores as Câmaras Municipais e a SEMA - Associação Empresarial dos concelhos de Sever do Vouga, Estarreja, Murtosa e Albergaria-a-Velha. Estão a decorrer as actividades promovidas pelas UAC’s, as quais terão o seu fim em 30/06/2008, podendo continuar se para tanto demonstrarem capacidade e sustentabilidade.
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